segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Cosmética / Os Mais Usados - Verão 2017.

Serei a única a não acreditar que estamos em Outubro? A sério, que calor é este? Eu não me estou a queixar, atenção, até porque costumo passar os dias num sítio bastante arejado, mas confesso que já estou com saudades da roupa de meia-estação. Seja como for, há algo que não podemos negar: o Outono já chegou, pelo que está na altura de partilhar com vocês os meus favoritos dos últimos meses.
Há muito tempo que não tinha uma panóplia de produtos tão relacionados com o Verão para vos mostrar, mas não é por esses que vou começar. Bem, quer dizer, mais ou menos. Verão é sinónimo de hidratação e, nesse âmbito, tenho que destacar o Ultra Hydrating Fluid da Sampar e o Stem Cell Cleansing Cream da Rodial. Ambos não se encontram à venda em Portugal, nem sequer estão ao alcanse de qualquer carteira. No entanto, são produtos que adoro, principalmentte o SCCC da Rodial que, além de poder ser usado para limpar o rosto, funciona também como máscara de hidratação que é como mais gosto de o utilizar. Ainda a nível de cuidados faciais, o desmaquilhante da Cien superou as minhas expectativas. É super prático, barato e remove qualquer tipo de maquilhagem. Recomendo! Em relação aos protectores solares, este ano, a La Roche-Posay lançou a Anti-Shine Invisible Fresh Mist* e, de facto, é uma boa opção para aplicar ao longo do dia ou até mesmo na praia, ainda que tenha uma desvantagem: gasta-se num ápice. Por outro lado, não fiquei muito satisfeita com o Photoderm MAX Aquafluide da Bioderma. Na minha opinião, ele não é o mais indicado para peles oleosas e a versão com cor também não é a ideal para quem tem a tez bastante clara.

A nível de produtos capilares, nos últimos meses, andei a testar a espuma Tecni.Art Full Volume da L'Oréal e posso-vos dizer que funciona super bem em cabelos encaracolados. No entanto, o mesmo não se aplica à linha Soleil da Kérastase. O champô não é nada de especial e a máscara, ainda que resulte, não acho que seja suficientemente boa para merecer o investimento. Verão é também sinónimo de depilação perfeita e a Gillette Venus Swirl foi, sem dúvida, uma excelente aliada. Eu era bastante céptica acerca desta marca e não compreendia como é que podia ser tão melhor que as restantes lâminas que se encontram à venda no supermercado, mas, de facto, não se compara. Nunca senti a pele tão sedosa depois de fazer este tipo de depilação e, para mim, essa é a sua grande vantagem. Quanto aos cremes para o corpo, usei e abusei do Honey Touch da Rituals, da manteiga corporal Virgin Mojito* da The Body Shop e do creme* da Canavezes, sendo estes dois últimos óptimos pós-solares. Em relação aos protectores solares, as duas estrelas deste ano foram o Photoderm Bronz* da Bioderma, um artigo que pode ser aplicado, literalmente, dos pés à cabeça, e o Óleo Canela* d'O Boticário que cheira tão bem que eu só tenho pena que não esteja disponível numa protecção solar superior. Por fim, o perfume que representou o meu Verão de 2017 foi, sem dúvida, o Coffee Woman Paradiso* d'O Boticário.
E vocês, quais foram os protectores solares que mais usaram?
*Produtos patrocinados

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Wishlist / A Cobiçar #32...

Eu acho que já partilhei com vocês que sou uma pessoa de fases. No auge da minha adolescência, a primeira coisa que cativou o meu olhar foi o calçado, mais propriamente ténis. Anos mais tarde, quando me apercebi que era alérgica a todas as bijutarias e que não valia a pena desperdiçar mais dinheiro, decidi investir na Pandora e noutras marcas de joelharia. Já no final da minha licenciatura, acordei para o mundo da beleza e, durante alguns anos, poucos eram os cremes, a maquilhagem e produtos do género que não me deixavam curiosa. Hoje em dia, estou numa fase de preencher lacunas e compro de tudo um pouco, de forma mais comedida e ponderada. Invisto mais em coisas de melhor qualidade ao invés de gastar trocos em tralha. Enfim, são fases da vida que me permitiram explorar melhor os meus gostos e delinear mais a minha forma de ser. Quanto ao post de hoje, e no seguimento desta temática das compras, venho partilhar com vocês meia dúzia de coisas que gostava de adquirir nos próximos meses.
Para quem não sabe, eu tenho um iPhone 6S e, ao contrário da maioria das pessoas, eu não tenho muitas capas. Bem, verdade seja dita, eu sou muito esquisita e não é qualquer uma que me agrada. As capas que eu gosto não podem ser muito rijas, pois essas partem-se com facilidade, e também têm que combinar com o rose gold do meu telemóvel. A da H&M tem tudo aquilo que eu procuro e mal posso esperar para a ter nas minhas mãos. Por outro lado, e numa era em que o material de escritório está tão na moda, eu ando loucamente à caça do caderno perfeito para aglomerar pequenas recordações das minhas viagens. Se conhecerem alguma marca que venda cadernos lisos, sem argolas, com um elástico para o ajudar a fechar e uma capa bonita e dura, digam-me! Eu já procurei em quase todas as lojas e não encontro nada de jeito.

Tal como vos disse, eu adoro calçado, mais propriamente ténis. Esqueçam os sapatinhos de senhora, elegantes e pouco confortáveis, esses não são para mim. Eu tenho um estilo muito próprio e, dentro de todas as marcas, uma das minhas favoritas é a Adidas. Há vários modelos que me agradam, mas o que eu mais gosto é o que está na imagem, um exclusivo da JD Sports que eu acho lindíssimo. E vocês, o que acham? A nível de beleza, preciso de um creme para a noite. Eu ainda não explorei muito esse campo, apenas experimentei um ou outro, e, desta vez, acho que vou apostar no Idéalia Night da Vichy. Por fim, e no seguimento das coisas que quero fazer antes de ter trinta anos, tenciono investir no Invisalign, um aparelho ortodôntico que eu espero que melhore o meu sorriso.

E vocês, já colocaram algum aparelho ortodôntico? Se sim, como foi a vossa experiência?

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Portfólio Mensal / Verão 2017.

Os portfólios estão de volta e, desta vez, venho partilhar com vocês como foi o meu Verão. 2017 tem sido um ano de viragem, onde aproveitei todo o tempo que estive ausente das redes sociais para me reencontrar e tentar perceber o que quero fazer da minha vida. Vivi mais offline e isso soube-me muito bem. Fiz várias coisas que sempre quis fazer, mas que por algum motivo adiei e, acima de tudo, vivi. Verdade seja dita, há muito tempo que não tinha um Verão assim: tão divertido e cheio de experiências novas.
Eu adoro conhecer restaurantes novos. No entanto, e apesar de ter a possibilidade de comer fora com alguma frequência, os sítios que frequento são quase sempre os mesmos. Ao longo dos meses de Verão, houve algumas excepções, sendo que recomendo principalmente a Fábrica dos Sabores (primeira imagem), o café Friendly Flamingo, o sushi do Verde e Amarelo (segunda imagem) e o sushi d'O Japonês. Por outro lado, em Junho, tive a oportunidade de fazer uma mini sessão fotográfica, na Hair Fashion Night patrocinada pela L'Oréal, e adorei tanto o conceito do evento como as fotografias que me tiraram. E vocês, gostaram? Julho é o mês do meu aniversário e, desta vez, decidi fazer uma coisa que já queria fazer há algum tempo: comemorar o meu dia de anos num parque de diversões. O escolhido foi o Aquashow, um parque que eu já conhecia e que, na minha opinião, é o melhor do Algarve. Inicialmente, tínhamos pensado em ir apenas ao Aquashow, mas acabámos por aproveitar a nossa estadia no Algarve para irmos à Isla e à Agua Mágica (ambos em Sevilha). A Isla Mágica também não era novidade para mim, mas soube-me muito bem voltar. Os dois parques não são muito grandes e vêem-se bem num dia inteiro, por isso, se forem ao Algarve, não hesitem! Julho terminou e veio o mês de Agosto, um mês que foi muito melhor do que estava à espera. A ideia era andar entre a Margem Sul e Viseu e depois usar o mês de Setembro para conhecer um país novo, mas os planos alteraram-se completamente e de uma semana para a outra tinha uma viagem para as Caraíbas planeada.
O destino escolhido foi Punta Cana, um sítio que não pensava conhecer tão cedo (afinal, eu não sou grande fã de praia), mas que correspondeu totalmente às minhas expectativas. Eu fiz praia, piscina, participei em algumas actividades do hotel, comi muito, fiz excursões, parasailing e até fiquei bronzeada! Enfim, diverti-me imenso e confesso que mudei a minha opinião acerca deste tipo de férias. Tal como vos disse, eu queria ir a Viseu e foi exactamente isso que fiz pouco tempo depois de voltar das Caraíbas. Para quem não sabe, eu tenho lá família, pelo que é uma cidade que visito com alguma frequência. Um dos sítios que mais gosto e que, infelizmente, só há nesta altura do ano é a Feira de São Mateus. A feira é enorme e, na minha opinião, super completa em termos de comida, carrosséis e compras. Recomendo mesmo muito! Em relação à penúltima fotografia, já há imenso tempo que queria conhecer o Subenshi (Aveiro), um restaurante de sushi que tem fama de ser um dos melhores dos país e, de facto, é bastante bom! Ainda a nível de comida, eu não sei se são como eu, mas já há muito tempo que deixei de gostar de churros. Para mim, a maioria sabe demasiado a frito, algo que eu já não aprecio, principalmente desde que descobri as waffles. Todos os anos como pelo menos uma e a deste ano tinha um aspecto especialmente delicioso, não acham?! :)

domingo, 27 de agosto de 2017

Maquilhagem / Unhas de Gel - Inspiração #4.

Amanhã é dia de fazer a manutenção das unhas de gel e, desta vez, o que eu procuro para fugir à tradicional manicura francesa que eu tanto adoro é algo de apenas uma cor e com alguns detalhes por cima. Eu não sou grande fã de pintar as minhas unhas com cores escuras, principalmente quando ainda está calor, por isso a segunda inspiração iria ser recriada em tons muito mais claros. Na terceira fotografia, também iria substituir o verniz branco por um cor-de-rosa, mas acho que estou tentada a pedir para reproduzir a primeira imagem. E vocês, qual gostam mais? Partilhem comigo uma fotografia das vossas unhas! :)

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Mais Andy / Story Time - O Pior Voo da Minha Vida!

Como alguns de vocês devem saber, há quatro dias atrás, quatro centenas de portugueses ficaram retidos no aeroporto de Punta Cana e eu fui um dos afectados. Infelizmente, o avião que me ia levar de volta a Lisboa teve uma avaria e hoje vou dar-vos a minha visão dos acontecimentos, um ponto de vista de alguém calmo que viu imensa gente a chegar quase ao limite! Se não sabem do que estou a falar, então, recomendo-vos a ler o artigo que saiu no Jornal de Notícias. Sim, fomos capa do jornal!
Ora bem, vamos começar pelo início. Eu tinha o voo marcado para as 23h45 de Punta Cana, pelo que cheguei ao aeroporto por volta das 21h15. O aeroporto é bastante pequeno e todo o trajecto entre o despachar das malas e o embarque correu dentro do normal e foi feito às horas previstas, sendo que os problemas começaram dentro do avião. Eu não sei se têm por hábito viajar, mas, em algumas companhias, é passado um filme com as regras do avião e o que fazer em situações de emergência. Bem, digamos que o filme não chegou ao fim. As televisões foram abaixo e pouco tempo depois o comandante informou que havia um problema com a válvula do combustível e que iriam chamar um técnico para averiguar a gravidade do mesmo. O tempo foi passando, os técnicos chegaram, analisaram a situação e o comandante anunciou que se iria proceder ao desembarque, uma vez que o problema era mais grave do que pensavam. Eram aqui cerca de 01h15 da manhã (em Portugal, 06h15). Fomos, então, reencaminhados para a zona dos embarques, onde ficámos horas a fio sem nenhuma explicação. Não apareceu nenhum representante do operador (Jolidey) nem ninguém da tripulação para falar connosco. As únicas pessoas que nos tentaram ajudar eram funcionários do aeroporto que nada tinham a ver com o caso, mas que ficaram a fazer horas extra por nossa causa. E aqui, meus amigos, eu senti vergonha de estar envolvida nesta odisseia. Alguns passageiros começaram a insultar um dos funcionários, gritando e chamando os piores nomes que podem imaginar, tanto que o deixaram a chorar. Digam-me, que raio de atitude foi esta? Atacarem as únicas pessoas que nos tentaram ajudar, pessoas essas que nada tinham a ver com o voo. Este rapaz fez um turno de 24h por nossa causa!

Às 3h da manhã, foram-nos oferecidas garrafas de água e, posteriormente, dado a escolher entre um croissant e uma sandes e também que refrigerante queríamos beber. É de salientar que todas as lojas estavam fechadas e, por isso, não havia nenhum sítio onde pudéssemos comer ou até mesmo passar tempo. Entretanto, e ainda sem notícias do avião, começou-se a falar da possibilidade de irmos para um hotel até termos informações acerca do voo. Nesse momento, inúmeras pessoas revoltaram-se a dizer que queriam ir para Portugal, pois tinham coisas importantes a fazer. Eu admito, a situação do hotel também era um pouco ingrata. Supostamente, às 10h íamos saber se tínhamos voo ou não e, se a resposta fosse positiva, a descolagem ia ser feita, em princípio, 4h depois. Ainda assim, e analisando toda a situação, tinha sido a decisão mais sensata a tomar. Pouco tempo depois, foi-nos dito que o avião já estava arranjado e que nos faltava uma tripulação, tripulação essa que iria ser substituída às 05h50 e aí, sim, podíamos dar início ao nosso voo de regresso.

Chegou, então, a altura do segundo embarque e qual não foi o nosso espanto quando nos apercebemos que a tripulação era a mesma. Os ânimos exaltaram-se de tal forma que o comandante ameaçou que ia chamar a polícia. Às 06h45, o comandante anunciou que ele e o resto da tripulação não tinham autorização para voar, pois já tinham excedido o número de horas de trabalho e que a ANAC não permitia que eles fizessem horas extra. Foi-nos então proposto ficar no avião à espera de uma tripulação espanhola que tinha chegado nesse dia a Punta Cana e ainda estava no seu período obrigatório de descanso ou ir outra vez para a zona dos embarques fazer tempo enquanto essa tripulação não chegava. Nós optámos por ficar no avião juntamente com a tripulação portuguesa que nos serviu água e o pequeno-almoço e ficou connosco até à chegada da nova tripulação. Por volta das 10h da manhã, chegou então a nova tripulação e o avião levantou voo cerca de trinta minutos depois. E se pensam que ficamos por aqui, estão muito enganados! Já a mais de meio do voo, foi-nos então dada uma má notícia juntamente com toda a explicação do sucedido: basicamente, o avião teve um problema num motor, problema esse que foi remendado e, por isso, era mais seguro voar próximo da costa americana e canadiana em vez de cruzar o Atlântico, fazendo com que um trajecto de 7h passasse a 10h30. O avião não estava preparado a nível de comida para tantas horas de voo, mas, ainda assim, foi-nos servida uma refeição principal, uma sandes e líquidos sempre que solicitados. Às 20h30 de Punta Cana (01h30 de Portugal), aterrei então em Lisboa e, pronto, correu tudo bem! O voo foi super tranquilo, ainda que demorado, e tanto os funcionários do aeroporto como as duas tripulações foram simpáticas e prestáveis. 

Durante estas horas vi muita gente a chegar ao limite, pessoas que tiveram quebras de tensão, ataques de pânico e faltas de ar, ambulâncias e médicos a serem chamados e nem toda a gente embarcou. Houve quem preferisse ficar em terra. Infelizmente, assisti a inúmeras faltas de respeito por parte dos passageiros não só para com os funcionários, mas também para com as outras pessoas. Acreditam que o senhor que estava atrás de mim achava super normal a criancinha dela andar aos pontapés às cadeiras da frente?! Incrível, e depois ainda teve a lata de dizer que já estava ali há imenso tempo. Pois, e nós também! Enfim...

E vocês, já passaram por alguma situação do género?